CicloRRetor: Luiz Morales aprimora sua prática de ciclismo e impulsiona venda de seguros

Foi tentando unir grupo de amigos em uma atividade saudável que há 10 anos o corretor de seguros Luiz Alvarez Morales, proprietário da Lar Corretora de Seguros, descobriu e se apaixonou pelo ciclismo. “Verifiquei que muitos amigos corretores de seguros estavam sem atividade física, com problemas de obesidade, e pensei em criar alguma iniciativa. Tentei um time de futebol, mas acabei me machucando, depois montei um grupo de caminhada, que não teve grande envolvimento, e deu certo quando pensei em pedalarmos”, conta.

Os primeiros passeios de bike começaram de forma pretensiosa, com trajetos curtos de 3 quilômetros entre parques da cidade de São Paulo aos domingos. “Houve grande energia e sinergia do grupo, a quem demos o nome de Loucos por BIke, e que se motivou com os novos hábitos saudáveis. Fomos melhorando, emagrecendo. No início fazíamos uma parada na feira para comer pastel, depois substituímos por frutas. O esporte vai trazendo essa consciência sobre a importância de se cuidar. Além do corpo, melhora o psicológico, deixamos os problemas para trás quando estamos em cima da bike e com os amigos ao redor. Pedalando vemos o mundo de forma diferente do que quando passamos de carro, sentimos o ar, a luz, a natureza”, afirma Luiz Morales, que emagreceu 20 quilos com a prática do esporte.

Até quem não sabia pedalar teve a oportunidade com os amigos Loucos por Bike. “Minha esposa Lourdes nunca teve bicicleta, ensinei e ela relatou sobre a felicidade de ter aprendido depois de adulta. Aí descobrimos outros amigos que não sabiam, e fizemos uma ação em parceria com uma seguradora para ensinar grupos de pessoas já com idade avançada. Para essas cerca de 200 pessoas foi uma felicidade ter realizado sonho de infância. Uma das coisas carinhosas que fizemos”, conta.

O grupo que começou com corretores foi incorporando segurados e outros amigos, e os passeios foram aumentando gradativamente. “Os passeios que começaram com 3 km, depois subiram para 5, 20, 30, 50 km por dia. Você sempre quer mais, começamos a conhecer outras cidades, depois outros estados”. Para esses passeios em outras localidades, como Guararema-SP ou Monte Verde-MG, Luiz Morales faz por sua conta um seguro de eventos, para que se alguém se machuque tenha cobertura de diárias médicas hospitalares, e também inclui a cobertura de acidentes pessoais, importante para amparar os participantes do passeio. Ele mesmo já teve uma queda de bike e precisou utilizar a cobertura de saúde.

Com o aumento dos percursos, os ciclistas também foram investindo em bikes mais caras. “Fazemos o seguro de bike porque é importante ter esta tranquilidade, muitas vezes estamos em locais de pouca movimentação, sem policiamento, é importante garantir que se algo acontecer teremos o retorno do bem”.

Os passeios foram tão longe que se tornaram internacionais. Luiz tinha o sonho de fazer um pedal no exterior, mas, para isso foi necessário um bate-papo com seu especialista financeiro para juntos planejarem como tirar do papel este desejo. “Entra aqui mais um produto que foi importante para realizar este sonho: utilizei recursos da previdência privada, pois é um passeio que custa cerca de R$ 20 mil, entre o monitoramento do grupo, passagens aéreas, hospedagem, aluguel de equipamentos. É muito válida a acumulação através do plano de previdência privada ou consórcio para obter o valor em espécie”. Em 2019 Luiz Morales fez o percurso da ciclovia Claudia Augusta, na Europa. Ele contratou o grupo especializado neste passeio, o NSA Cicloturismo.

“A ciclovia Claudia Augusta é um pedal que tem início na Alemanha, em Munique, e segue um roteiro até chegar na Itália. Da Alemanha passamos para a Áustria, entramos na Itália, depois fazemos um retorno que pega um trecho da Suíça, voltamos para a Itália fechando em Veneza. Os grupos são pequenos, de 10 a 12 pessoas, para maior qualidade, e o trajeto dura cerca de 10 dias”, conta Leonardo Castelo Branco, organizador dos ciclo-passeios. “O deslocamento total é de um pouco mais de 1 mil quilômetros, sendo que 660 km aproximadamente fazemos pedalando, e os outros 400 são em carros transfer”, revela.

Para este percurso internacional também é obrigatório o seguro viagem. A Lar Corretora expandiu os negócios e hoje fornece os seguros dos passeios da NSA. “Assim como vários amigos que fiz nos grupos de pedal aqui em São Paulo e viraram segurados contratando comigo o seguro para suas bikes, o Leo da NSA virou um importante cliente, faz com a Lar Corretora os seguros de suas viagens internacionais, além de bikes, é claro”.

“Esta viagem para a Europa foi incrível, de bike conseguimos ver o mundo de forma diferente. Já viajei de carro, avião, trem, navio, mas nada de compara a ir entrando nas cidades pedalando, sentindo tudo muito perto”, conta Luiz. Em 2020 o passeio não aconteceu por conta da pandemia, mas Luiz e Leonardo já estão organizando para 2021.

Luiz Morales encontrou uma forma de unir saúde, amizade e negócios. “O seguro é obrigatório para a entrada na Europa e também traz uma segurança muito grande para todos os participantes. A NSA não faz nenhum trajeto em ciclovia, seja na Europa ou no Brasil, sem o seguro. Nossa base é em São Paulo, mas se tivermos que ir para Santos já contatamos o Luiz e a Lar Corretora, porque é uma segurança indispensável”, diz o novo cliente Leonardo.

Fundadora da empresa de passeios ciclísticos Clã Destinos, Juliana Nardi também esteve nesta viagem à Europa e apesar de toda a experiência no pedal sofreu uma queda e quebrou o braço. “Precisei usar o seguro viagem e pude ver a importância do trabalho do corretor de seguros, pois o Luiz e sua equipe da Lar Corretora fizeram toda a diferença nesse momento, providenciando o necessário junto à seguradora para conseguimos os reembolsos das despesas. Estávamos na cidade de Mezzocorona, na Itália, um local inóspito, sem estrutura, mas graças ao seguro e à atuação do Luiz e da Lar Corretora conseguimos resolver tudo”, conta.

Juliana afirma que sempre fez seguro para todos os participantes de seu grupo de viagens e o acidente reforçou o sentimento de importância da proteção. “Sempre penso que as pessoas podem se machucar, e que, mesmo se for um passeio no Brasil, muitas pessoas não têm convênio médico, por isso faço seguro completo com despesas hospitalares e funerais, pensando principalmente nas pessoas que não têm seguro saúde”.