Carta de Conjuntura aponta recuperação lenta do setor de seguros

Publicação do SindsegSP e do Sincor-SP aponta variação de menos de 2% no total da receita de seguros até maio de 2020 - Os efeitos da pandemia do novo coronavírus seguem influenciando diversos setores da economia, inclusive o mercado de seguros. No entanto, a edição de junho da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, produzida pelo Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), mostra uma lenta recuperação. 

“O impacto da pandemia será, sem dúvida, sentido por muito tempo. Entretanto, o cenário começa a dar alguns sinais de melhora. O segundo semestre se aproxima, temos visto áreas do País com claros sinais de recuperação e abertura de atividades, o que é um alento”, diz editorial da publicação. 

Segundo previsão do Banco Central, as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) é de queda de 6,5% em 2020. No mercado de seguros, o cenário não é diferente, já que entre janeiro e maio o faturamento teve queda de 6%.

A variação total da receita de seguros neste ano é de menos de 2%. No ramo de pessoas, por exemplo, a variação foi de -1%, quando as arrecadações em 2019 e 2020 registraram R$ 17,4 bilhões e R$ 17,3 bilhões, respectivamente.

Já nos ramos elementares, a variação ficou em 3% negativa, quando até maio de 2019 o faturamento foi de R$ 30,4 bilhões. Neste ano, chegou aos R$ 29,6 bilhões. 

“Nesses primeiros meses do ano, os números em queda mostram os efeitos da pandemia no mercado segurador brasileiro”, afirma o estudo. 



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