AECOR-RJ reforça representação da categoria

Em fase de transição da Associação dos Corretores da Baixada Fluminense (ACBF), já consagrada na região, conduzida por Roberto Cabral, a Associação Estadual dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (AECOR-RJ) surge para unir esforços com as demais entidades de representação da categoria e levar a mensagem e os pleitos dos corretores do Rio de Janeiro aos diversos fóruns regionais e nacionais. Jayme Torres, Roberto Cabral, Pedro de Lucca e Amilcar Vianna lideram a nova Associação com o apoio de um grande número de corretores.

“Esta foi a forma que encontramos para criar uma associação que represente os interesses e as necessidades do corretor de seguros no Estado, formada por profissionais que realmente atuam no dia-a-dia da categoria e vivem exclusivamente da corretagem de seguros. Por isso, conhecem bem os problemas e as necessidades de cada um de nós”, explica o dirigente Jayme Torres.

Roberto Cabral, experiente liderança da Baixada, presidente da Associação dos Corretores da Baixada Fluminense (ACBF), que agora se integra à diretoria da AECOR–RJ, explica que “a ACBF nasceu em abril de 1999, formada por um grupo de corretores da região para atender às demandas dos profissionais da Baixada, que só recebiam atenção da sua principal entidade de classe estadual na época de eleição. Hoje, precisamos ganhar escala e crescer junto com os profissionais da região metropolitana e interior do estado. Nada mais apropriado do que nos unirmos às lideranças ativas como o Jayme Torres e Amilcar Vianna para somarmos experiências e bagagem”.

O diretor Amilcar Vianna, que também é vice-presidente de comunicação da Fenacor, destaca que “hoje, a AECOR-RJ reúne cerca de 200 profissionais/PF. Nossa expectativa é chegar a cerca de dois mil associados em todo Estado. São basicamente corretores que atuam na Baixada Fluminense e outros profissionais que se uniram em torno da Chapa 2 na última eleição do Sincor-RJ”.

O objetivo da Associação, segundo os dirigentes, é fortalecer e representar a classe, apoiar o associado em todas as suas demandas, oferecer diversos serviços, disponibilizar os recursos tecnológicos do mercado ao corretor, além de oferecer suporte técnico, como treinamento, promover reuniões e debates com as seguradoras. “Estão nos nossos planos realizar ações de marketing para valorizar o corretor e disponibilizar assistência jurídica e contábil para os associados. Enfim, uma entidade do corretor para o corretor de seguros”, afirma Torres, acrescentando:

“Estamos atentos e questionando também os passos da Susep visando a extinção da nossa categoria. Estivemos em Brasília, conversamos com o relator da MP 905, que é deputado no Rio de Janeiro. Tudo para mostrar o valor da nossa profissão e o que ela representa para o mercado. Isso não está sendo considerado pela nova direção da autarquia que de um dia para o outro quis propor a extinção da profissão”.

Cabral afirma que “não há motivos para pessimismo no momento. Nossa expectativa é que, a exemplo de todos os países do mundo, o corretor de seguros continue tendo papel fundamental para o consumidor e para as seguradoras que sempre valorizaram o nosso trabalho. Agora, não será diferente. Estamos acompanhando todas as audiências da MP 905, conversando com os deputados que nela trabalham e estamos muito confiantes que venceremos esta batalha e que o Congresso Nacional fará a correção desse equívoco”.

Vianna informa também que “o trabalho de informação da Associação junto à relatoria da MP foi fundamental para compreensão do cenário de atuação do corretor e do mercado. Já houve até uma reversão provisória da determinação da Susep. Mostramos ao relator, junto com a Fenacor, que a nossa categoria possui só no Rio de Janeiro cerca de 12.000 profissionais, entre pessoas físicas e jurídicas, que empregam direta ou indiretamente cerca de 35.000 pessoas. É fundamental a manutenção da lei que regulamenta nossa profissão”, finaliza o diretor.



Foto: Da esquerda para direita: Roberto Cabral, Jayme Torres (diretores da AECOR-RJ) e o deputado do Rio de Janeiro, Chistino Áureo, relator da MP 905, em Brasília

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