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Proteção de dados é prioridade na Prudential do Brasil

20/11/2018

O tema proteção de dados e privacidade, recentemente, ganhou as manchetes ao redor do mundo e está mais em alta do que nunca aqui no Brasil. Desde os vários episódios de vazamentos de dados envolvendo grandes empresas até a nova diretriz da União Europeia, que impõe controles rígidos e multas altas, não há dúvidas quanto à veracidade da máxima declarada pela revista britânica The Economist em 2017 -  “Data is the new Oil” (“Dados são o novo petróleo”).

 

Além disso, qualquer companhia com presença global está sujeita a diversos normativos e regulamentações de países diferentes, entre elas a nova diretriz de proteção de dados e privacidade da União Europeia. O Brasil segue a mesma tendência e, em 14 de agosto deste ano, foi sancionada a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em em 18 meses. O desafio de estruturar um programa que atenda a todas as operações ao redor do mundo, e, ao mesmo tempo, as regras locais, é grande, mas não impossível.

 

A proteção dos dados pessoais confiados à companhia sempre foi uma preocupação da Prudential do Brasil, subsidiária da multinacional americana Prudential Financial, Inc. com presença, no Brasil, há 20 anos. Desde 2015, a seguradora, especializada em seguros de vida, conta com uma área exclusiva e equipe certificada pela International Association of Privacy Professionals (IAPP) para garantir que os dados de seus clientes e funcionários estejam seguros.

 

Para isso, controles são implementados e monitorados em tempo real, os dados pessoais coletados pela companhia estão todos mapeados, as avaliações de impacto e risco à privacidade são conduzidas para cada novo processo, os fornecedores são requeridos a estar em conformidade com as melhores práticas em segurança da informação e proteção de dados, entre outras medidas que permitiram à Prudential do Brasil já estar bastante adiantada na conformidade com a nova lei brasileira.

 

Segundo Thaís Ramos, coordenadora de Privacy & Vendor Governance na Prudential do Brasil, essa adequação exige esforço e investimento, além de um forte trabalho de conscientização entre colaboradores e canais de distribuição.

 

“O custo de estar fora de conformidade pode ser maior do que qualquer soma empregada nessa adequação, já que mais do que pagar multas previstas na nova lei brasileira, que chegam a 2% do faturamento da companhia, ou da nova lei europeia, que pode atingir  4% do faturamento global, o risco reputacional relacionado aos danos à imagem, perda da credibilidade com os clientes, sanções regulatórias, intervenções pelo Ministério Público, entre outros, podem atingir até os preços das ações negociadas nas bolsas de valores, gerando prejuízos incomensuráveis para qualquer empresa”, acentua Thaís.

 

 

 

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