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Seguro de Vida foi um dos temas em destaque no CQCS Insurtech & Inovação

08/08/2018

O CQCS Insurtech & Inovação reuniu os principais atores da área de seguros no dia 1º de agosto, para discutir a experiência do consumidor. Sob o tema “Seguro de vida digital – o que vem por aí?”, Albert Florêncio da Costa, CPO da Samplemed; Bernardo Teixeira, COO da ONLi Seguros; e fizeram um amplo debate.

 

De acordo com Moreira, 99% das vendas de seguros não são realizadas de forma digital. Ainda segundo o executivo, com base em uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), os compradores têm receio do comércio on-line nesta área. Essas afirmações demonstram um distanciamento do segmento no e-commerce. “No entanto, sms e call center têm participação crescente”, explica. 

 

Sobre o 1% dos produtos comercializados digitalmente estão “pessoas, residência e aluguel”, completa o executivo da CVG/SP. Questionado sobre de que maneira a instituição onde atua contribui para modernização da experiência do consumidor, o palestrante foi enfático. “Nossa contribuição começa no mercado, quando distribuímos como conhecimento, levando cultura para que haja melhores compras”. 

 

“O fato do Brasil vender menos seguros que a média mundial é uma questão cultural. Temos necessidade de educação para ensinar os clientes que seguros não são caros e que é possível formatar o produto como o comprador desejar”, ratifica Bernardo Teixeira. 

 

E como usar a tecnologia para educar? “A inteligência artificial é bastante conhecida e pouco discutido, mas já conseguimos usar chatboot com linguagem atual melhorando o processo de compra. Já na inteligência artificial é possível usar bonecos para explicar os produtos”, sugere Albert da Costa. 

 

Se na pesquisa apresentada por Dilmo Moreira o avanço do digital parece distante, o COO da ONLi trouxe a experiência da empresa que representa com avanços no setor. Texeira diz que tem obtido sucesso, muito embora acredite que o “e-commerce não é simples, precisa de consultoria e regulamentação” explica. “Não tem como a máquina fazer sozinha”, completa. 

 

            Dentre os entraves para modernização de vendas, o executivo cita as papeladas na hora da contratação e a burocracia nas seguradoras. Em contrapartida, venda remota, consultoria on-line e o fato de não precisar de deslocamento são citados como vantagens, além da “venda eficaz, menor inadimplência e sem custo de impressão”, continua. 

 

Um quesito comum entre os palestrantes é a necessidade de investimento na área de segurança. Uma pesquisa da SAS sobre fraude, trazida por Moreira, aponta que 71% das empresas têm sistemas baseadas em regras, 59% possuem alguma tecnologia contra fraude e 27% usam tecnologia de subscrição.

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