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Com InovaBra Habitat, Bradesco procura criar ambiente favorável para desenvolver startups

08/08/2018

Durante o CQCS Insurtech & Inovação, na  quinta-feira (02.08), o diretor Executivo de Canais Digitais, Inovação e Next do Bradesco, Luca Cavalcanti, explicou que as insurtechs podem auxiliar na redução dos sinistros, oferta contextualizada de produtos e aumento da eficiência operacional. Para que a inovação efetivamente ocorra, uma ideia boa muitas vezes não é o suficiente. É necessário, também, orientação, apoio e estabelecer conexões entre as startups e outras empresas.Durante sua palestra “Case Co-Criação – Bradesco InovaBra Habitat”, o executivo explicou como o banco tem trabalhado a inovação em seu ambiente interno. O Habitat é um espaço mantido pelo Bradesco que pretende aproximar as necessidades de grandes empresas com as inovações das startups, trazendo também investidores para gerar novos negócios e soluções. “Se formos olhar hoje, a inovação ocorre a cada minuto”, afirmou Cavalcanti, dizendo que as empresas precisam entender como podem tratar isso de uma maneira diferente. “A inovação precisa permear a organização como um todo”.

 

O diretor do Bradesco explicou que o Habitat foi lançado oficialmente em fevereiro, e tem mais de 90% de ocupação, contando com 165 startups e outras 60 empresas, entre parceiros tecnológicos e clientes, entre outros. O local também já realizou mais de 400 eventos e teve cerca de 27 mil visitantes. Lá, estão “empresas que estão buscando inovação, empresas que estão procurando parceiros para acelerar, e também investidores”, explicou Cavalcanti. Ele afirmou ainda que as startups que habitam o espaço são “de excelência, de qualidade, que contaram com a curadoria do InovaBra”.

 

“Nosso modelo não é de absorção, e sim de colaboração. Acreditamos em colaborar para inovar, e colaborar não é ser dono”, afirmou Cavalcanti, que também mostrou outros pilares da inovação dentro do Bradesco. Entre eles estão o lab, um espaço feito para acelerar provas de conceitos e homologações, com uma base de dados própria e participação de empresas como a Amazon e Oracle.

 

A respeito das insurtechs, Cavalcanti acredita que existem diversas oportunidades que podem ser exploradas na área de seguros. Um dos exemplos foi a redução de sinistros nos seguros de saúde, que pode ser alcançada através de sensores para monitoramento dos pacientes, conjuntamente com a análise de grandes volumes de dados externos.

 

Indagado sobre como os corretores podem participar deste ambiente, o diretor do Bradesco explicou que o ecossistema é aberto e conta com a presença de todos os participantes. “A ideia principal é criar um ambiente de diálogo. Não queremos fazer uma coisa de marketing. A intenção é construir de fato um ecossistema onde exista uma troca de valores”, finalizou Cavalcanti.

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